Alma, sentidos, coração abertos
Ao grande, ao belo; é ser capas de extremos,
De altas virtudes, até capaz de crimes!
Compreender o infinito, a imensidade,
E a natureza e Deus; gostar dos campos,
De aves, flores, murmúrios solitários;
Buscar tristeza, a solidão, o deserto,
E ter o coração em riso e festa;
E à branda festa, ao riso da nossa alma
Fontes de pranto intercalar sem custo;
Conhecer o prazer e a infelicidade
No mesmo tempo, e ser no mesmo ponto...
O Feliz, o Infelicíssimo dos seres:
Isso é Amor, e desse amor se morre!"

Nenhum comentário:
Postar um comentário